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Brendan Haywood tem médias de 7,2 pontos, 6,2 rebotes e 1,4 toco em apenas 23,7 minutos em sua carreira |
Mesmo: não é para levar tão a sério o que vem
abaixo, mas não deixa de ser divertido também.
O site DraftExpress, do camarada Jonathan
Givony, atualizou os perfis dos proospectos candidatos a entrar na liga neste
ano, completando-os com as projeções de “melhor” e “pior cenário”.
Cabe a ressalva de que o DraftExpress não é
apenas um portal especializado conduzido por moleques. Hoje, Jonathan ganha a
vida prestando serviços de scout e consultoria para clubes espalhados pelo
mundo todo, incluindo gente na NBA.
Posto isso, as projeções, claro, não devem ser
encaradas como ciência exata. Não me recordo agora, mas houve casos em que a
equipe do DX fez previsões que se demonstraram absurdas, tanto pelo otimismo
como pelo pessimismo exagerados.
Para nós, tropicalistas, o que vale mais no
momento são as avaliações sobre o pivô Fabríco Melo e o armador Scott Machado.
Segundo o DX, Melo teria Brendan Haywood, do Dallas Mavericks, como melhor comparação e o imortal DeSagana Diop, do Charlotte Bobcats, como a pior. Entende-se, logo, que a ideia para a
carreira do mineiro seria a de um pivô limitado ofensivamente, mas que possa
ganhar seu dinheiro concentrado na proteção do aro, algo sempre bem valorizado
na liga – Haywood, que já dividiu quadra com Michael Jordan, ganhou mais de 44 milhões na carreira; Diop hoje mal joga pelo pior clube da liga, mas já embolsou mais de US$ 39 milhões, depois de ter entrado na liga em 2001 ao lado de Kwame Brown, Tyson Chandler e Eddy Curry, saindo do High School, lembremos. (Clique aqui para ver o perfil completo de Melo no site).
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Earl Watson: 6,8 pontos e 4,5 assistências em 23 minutos em sua carreira |
Já Scott teria como projeção mais otimista o
veterano armador Earl Watson, aguerrido reserva do Utah Jazz e
que rodou por toda a NBA com uma combinação de defesa acima da média e visão de
jogo e capacidade de pontuar medíocres. Mas talvez a comparação pense mais no tipo de carreira que Watson teve, há 11 anos sempre empregado como armador reserva em clubes competitivos, brigando nos ou pelos playoffs. Aaron Miles, armador revelado por Kansas, que por muitas vezes bateu na porta da liga, mas
nunca emplacou sua carreira nos EUA, seria a mais pessimista. (Clique aqui para ver seu perfil completo no site).
De resto, Anthony Davis, futuro número do Draft
pelo Hornets, estaria entre uma fusão de Blake Griffin com Tyson Chandler e um Taj
Gibson. Para fuçar mais sobre os prospectos a disposição dos 30 clubes
norte-americanos, corre lá no DraftExpress.
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