- seja disputada em um ginásio cheio.
- tenha cronômetro e placar funcionando direitinho e quadra nada
escorregadia.
- apresente uma transmissão com ufanismo comedido e o menos babão
possível – porque não dá para esperar algo que não seja o ufanismo, então
pensemos no menos pior dos cenários.
- veja jogadores e torcedores se comportando; pode ter muita gente
assistindo de casa – a liga conta muito com isso –, em horário mais compatível
com desenhos infantis e criançada na sala brincando (se é que é isso que elas
fazem hoje).
- veja atletas que gostem mais de jogar, marcar, fazer cesta, do que
choramingar.
- não transforme os árbitros nas estrelas do espetáculo.
- não ultrapasse os 40 arremessos de três pontos tresloucados ou as
50 faltas desncessárias.
- seja bem jogada, equilibrada no sentido de pouco desvairada.
- é isso. Que seja um grande jogo.
Que mais?
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Agora, é deixar a bola subir |
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