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Anthony Davis bem que queria, Jordan, mas agora esquece |
O Charlotte Bobcats acabou de cumprir, em termos de aproveitamento,
a pior temporada da história da NBA.
O de Michael Jordan não tem em seu elenco nenhum jogador no momento
que vislumbre a participação num All-Star Game da liga ou na seleção
norte-americana (para ser justo, o ala-pivô DJ White ao menos já disputou uma
edição do Pan, aqui no Rio de Janeiro, em 2007).
Você vai entender o sentimento de desolamento que permeia essa
franquia. Houve um dia em que Charlotte era a cidade com a maior média de
espectadores por jogo, na década de 90, quando ainda tinha o Hornets, aquele da
abelinha que estampou o boné e a jaqueta de seis em cada dez adolescentes no...
Brasil!
E hoje é esta draga.
A quarta-feira que passou agora, dia 30, estava grifada em amarelo
berrante na agenda dos 12 ou 15 torcedores para valer do time. Mas passou o
Draft, e a esperança de contratar Anthony Davis foi frustrada prontamente ao
ver a equipe cair com a segunda posição. É um ótimo lugar pra fazer sua
seleção, mas não apareceu sequer um especialista que apontasse outro calouro
com um potencial que se equipare ao do ala-pivô de Kentucky.
Mas, calma.
Dá para piorar.
Sem se importar com a campanha pífia do Bobcats ou com seus
prospectos comerciais nada encorajadores, Davis afirmou depois da loteria que queria jogar em Charlotte.
Natural de Chicago, estava animado com a possibilidade de jogar por
Jordan – ele veste a 23, vejam –, assim como seus familiares. “Houve muita decepção
dentro da minha família. Minha mãe queria que eu fosse para Charlotte. Tenho
muitos bons amigos em Charlotte”, afirmou. “Ao mesmo tempo, a decisão não era
minha. Tem muita gente decepcionada, mas eles têm de aceitar e aproveitar New
Orleans.”
A paciência de Jordan é famosa por seu curtíssimo limite. E agora
vai ter de engolir essa. Segue o jogo.
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